“Desenhar é colher migalhas de realidade para mordiscar, cheirar, bisbilhotar, roubar e coser depois numa folha de papel. Ou de árvore, como preferirmos. E, claro: desenhar é jogar.” São exatamente mordiscadelas, pedacinhos de realidade pessoal e autobiográfica despretensiosa, que encontramos nesta sequência de cenas selecionadas que Continue reading →
Como já se tornou um hábito, não poderíamos chegar ao Natal sem dizer “presente!” – por isso, aqui estamos com as nossas escolhas de presentes para distintos gostos e feitios, unidos pelas doses inesquecíveis de magia e beleza que acrescentarão ao sonho das crias que mais amamos. Continue reading →
A bienal Artista na Cidade – inteiramente consagrada, neste ano, à obra da coreógrafa belga Anne Teresa de Keersmaeker – encerra com um ciclo de espetáculos a ter lugar até ao final de novembro e que se desdobra por cinco das mais insignes salas da capital. A primeira performance é apresentada no decurso dos Continue reading →
Agora que se assinalam 200 anos sobre a publicação de “Contos da infância e do lar”, dos irmãos Grimm, a Bags of Books edita uma coletânea de contos e “outros menos” em que se reinventa uma das narrativas aí incluídas, “O Capuchinho Vermelho”. Este é um clássico incontornável da literatura infantojuvenil, que, apesar de ser atribuído à dupla de autores alemães e a Charles Perrault (que assina texto com igual título em “Contos da Mãe Gansa”), remonta a Continue reading →
Entre hoje e o dia 12 do presente mês, a Fundação Calouste Gulbenkian e o Teatro do Bairro recebem a 29.ª edição do festival Jazz em Agosto, com propostas que sintetizam a transversalidade dos discursos e linguagens do jazz contemporâneo. Grandes bastiões do free marcam a edição que Continue reading →
António Fonseca, ator maior do teatro nacional contemporâneo, leva à Capital Europeia da Cultura um feito heroico e uma nova abordagem desta peça do renascimento clássico, livro matricial do nosso imaginário coletivo. São dez horas de declamação da epopeia, em que se procura, por um lado, superar as Continue reading →
Entre uma ansiedade manifesta, que faz o coração transbordar de tamanha curiosidade, e um silêncio tímido, a expetativa por um Dia da Criança perfeito é comum. Por isso mesmo, e para que com as nossas crias possamos fazer perdurar esta celebração da vida que elas nos acrescentam, aqui se elencam as nossas escolhas de presentes para satisfazer a Continue reading →
No ano passado, e aproveitando a deixa da pausa ainda sem fim anunciado dos monumentais The Fiery Furnaces, Eleanor Friedberger deu umas tréguas ao rock fractal e esclarecidamente esquizoide do duo de “Blueberry boat”, aventurando-se na composição com “Last summer”, uma emotiva viagem poética e sonora, temperadamente nostálgica e arrojada. Friedberger revisita o passado através de fotografias e Continue reading →
Um ano e meio depois do memorável e intimista recital na Trem Azul Jazz Store, o público lisboeta terá hoje nova oportunidade de ver nascer a música de Ran Blake e Sara Serpa, agora num espaço radicalmente diferente: o Grande Auditório da Culturgest. Com uma monumental carreira que transcende o meio século, o pianista, professor e mestre Ran Blake é um dos mais prodigiosos pensadores da improvisação jazz, responsável pela reinvenção do legado dos grandes compositores e pela combinação de temas blues e gospel com o universo do cinema noir. Personalidade extravagante, Blake é senhor de uma Continue reading →
“De jueves a domingo” é, antes de mais, uma cândida e subtil meditação sobre o tempo, minuciosa e metaforicamente ancorada na infância. É, igualmente, uma inteligente decomposição da sintaxe cinematográfica, de um zelo quase imprudente na combinação e evocação inicial de elementares modelos narrativos, mas de uma resoluta frustração final dos seus mais previsíveis códigos. Trata-se, à partida, de um road movie com os seus preceitos e procedimentos: uma família chilena (pai, mãe e dois filhos – Manuel, de sete anos, e Lucía, de dez) parte numa longa viagem de fim de semana seguindo um impulso de Continue reading →
Palavras de Santo Agostinho sobre o grau de veracidade ou engano da experiência dos sentidos são as primeiras que se ouvem numa peça, em si mesma, repleta de ambiguidades. “Fingido e verdadeiro ou O martírio de S. Gens, ator” é uma desconstrução do texto de Lope de Vega, “O fingido verdadeiro”, em que Gens, dramaturgo e ator do imperador romano Diocleciano, do século III, famoso pelas suas sátiras aos cristãos, certo dia, perante a sua representação de mártir, se convence de tal forma que acaba por se converter. Luís Miguel Cintra desfragmenta o texto original de Vega para questionar e esbater as fronteiras entre o verdadeiro e o fingido do trabalho do ator (não há, na representação, um “fingimento verdadeiro”) e confrontar, ao mesmo tempo, o espetador com a Continue reading →
Uma das raras vozes que garantem sentido e relevância à história recente da música pop, a da canadense Feist, passa hoje e amanhã pelos coliseus de Lisboa e do Porto para dois recitais que poderão acrescentar uma nova luz ao resplandecente Continue reading →
Curiosidade insaciável e infantil acerca de um “novo” recurso tecnológico e artístico? Necessidade ou obsessão pela desafiante experimentação, o desejo de se saber capaz e de se provar capaz? Dono de uma longa e abrangente carreira, povoada de géneros diferentes (musical, comédia, drama, épico, biopic, religioso, documentário, familiar, gangster,…) e com diferentes níveis de sucesso comercial, Martin Scorsese manipula agora o 3D com a sensibilidade feita paixão, com a experiência feita homenagem, com as memórias do passado feitas oferenda familiar, pessoal, do Continue reading →
Poder-se-ia dizer que “Mel” nos conta uma história. De facto, ela está lá. O pequeno e doce Yusuf (Boras Altas), de seis anos, é o filho de dois pobres camponeses que vivem nas belas e frondosas florestas da Turquia rural. Certo dia, o pai – apicultor e seu grande amigo e confidente – não regressa de um trabalho que o filho e a mulher sabem muito arriscado. “Mel” poderia ser apenas isso. Mas, felizmente, não é. O realizador Semih Kaplanoglu faz da câmara um tocante elogio à sensibilidade, às sensações e aos afetos. Filma a vulnerável ternura do olhar de uma criança, a sua íntima relação com o Continue reading →
São escolhas do passado recente, são escolhas de presentes, mas são sobretudo escolhas de futuro. O Natal é só um (feliz) pretexto. Felizes pretextos para os vermos ainda mais felizes. Para concluir este ciclo, as nossas escolhas para a faixa (in)compreendida entre os 9 e os 17 anos, esse período imenso em que as crianças gradualmente acrescentam interesses “adultos” ao seu rol de paixões culturais. Continue reading →
O olhar é direto, provocante, os olhos elevando-se do rosto, de pescoço ligeiramente inclinado. A língua move-se por entre os lábios entreabertos, que articulam fonemas que se assemelham vagamente a um texto em inglês. Algumas expressões soam familiares: “baby, baby” e “get it, get it, get it, get it”. O corpo balança em movimentos Continue reading →
Autorretratos do artista quando jovem (outra vez): desde há meia dúzia de anos, desde a sua tão propalada emancipação conjugal e consequente arroubo ginecófobo, Caetano Veloso só rejuvenesce. O processo iniciou-se com modos não propriamente subtis no Continue reading →
Cumprido o histórico festim que hoje à noite conduz ao palco maior do festival os distintos cambiantes r&b de Janelle Monáe, Raphael Saadiq e Snoop Dogg, e antecedendo em poucas horas uma sua extensão chamada Kanye West, o Sudoeste acolherá às 7.20 da tarde desta 6ª feira, dia 5 de agosto, a primeira de duas apresentações portuguesas do recente segundo álbum “solitário” do compositor brasileiro Marcelo Camelo – sendo a outra promessa para depois de amanhã, dia 6, na sala lisboeta TMN Ao Vivo.
“Toque dela” é um longa duração que sublinha e fortalece o modelo criativo do igualmente louvável “Sou nós” (Zé Pereira, 2008), e a confiante consolidação de uma assinatura – no domínio das composicões, dos arranjos, das interpretações, dos textos e dos subtextos que estes promovem, etc. – que o bom senso aconselha a manter em audição regular. E particularmente atenta… As leituras formais são imensas e desmultiplicam-se exponencialmente até a um lugar sonoro ainda por cartografar. Evitemos chamar-lhe rock, mesmo que no seu apaixonado âmago seja impossível não reconhecer o carinho que esta música devota aos arranjos educados no mais elegante pós-rock de Chicago – em grande medida viabilizados pelo auxílio luxuoso (ainda que, neste contexto, escasso em liberdade…) do guru Rob Mazurek e dos seus mais declarados embaixadores brasileiros, os Hurtmold. Evitemos igualmente ignorar a sua genealogia inequívoca: a modernidade intemporal da bossa nova, a erudição contemplativa do jazz, a disponível sabedoria da música contemporânea, a minúcia especulativa da eletrónica, etc… Trabalhando silêncios e respirações como raros estetas na pop atual, Marcelo Camelo é paradigmático no modo como concebe arranjos que parecem ter tempo e disponibilidade para tantas ideias e acontecimentos, inúmeras vezes em simultâneo: “vozes” distintas que dialogando se complementam e esclarecem, gerando fantasias inéditas a cada nova oportunidade dialética.
Apesar da crescente abstração e simbolismo dos poemas e das narrativas sónicas que os amparam, há toda uma respiração realista dial, subtraída às vivências do autor, hospedada em cada uma destas canções. Apologia do princípio da existência e da lógica ficcional que cria para cada um de nós, “Toque dela” é um documento que regista com saudável energia o momento presente do seu criador e, em certa perspetiva, da sociedade que nos assiste, onde quase tudo é impuro, imperfeito, desleixado, mas – honra lhe seja feita – razoavelmente genuíno. E rimando conceptualmente com as marcantes ilustrações recuperadas de obras de Biel Carpenter para o livrinho que acompanha o disco…
Haja fé para um Marcelo Camelo que, em recente entrevista ao Expresso (disponível na íntegra no blogue de João Santos, seu autor), resumiu a sua feliz vulnerabilidade digna de uma criança de 10 anos com um “Eu só tenho intuição. É a minha maior aliada, a minha bússola”.
Fechando o curto circuito musical que elegemos para as nossas crias e para nós nesta edição do Sudoeste, Kanye West deverá recolher o consenso de quem lhe testemunhar este regresso a Portugal (tanta música excecional depois da inesquecível estreia de Oeiras), previsto para as 11.40 da noite de amanhã, dia 5. Cada vez mais humano na sua ilusão divina, o produtor colherá na Zambujeira do Mar mais alguns frutos de um período assinalável da sua trajetória: na feliz ressaca de um ótimo álbum (“My beautiful dark twisted fantasy”, Roc-A-Fella, 2010) que sofreu de um hype no extremo oposto do anterior (e não menos notável) “808′s & heartbreaks” (Roc-A-Fella, 2008), e nos escassos dias que antecedem a publicação de “Watch the throne”, o revigorante álbum que o une a Jay-Z (disponível digitalmente no próximo dia 12 de agosto). Três dimensões paralelas de um dos raros estetas de que o universo pop de grande escala se pode verdadeiramente orgulhar. Pode ser que os públicos e as expetativas se encontrem no litoral alentejano…
5 agosto
Marcelo Camelo, Kanye West, etc.
Festival Sudoeste TMN ’11
Herdade da Casa Branca, Zambujeira do Mar
[a partir dos 12 anos]
6 agosto, 10 pm
Marcelo Camelo
TMN ao vivo, Lisboa
[a partir dos 12 anos]
disco “Toque dela”, de Marcelo Camelo
Zé Pereira / Universal, 2011
[a partir dos 10 anos]
Mais do que alinhar o pensamento e a ação pelas ocas generalidades de um festival com a dimensão trágica do Sudoeste, vale a pena focalizar um segmento significativo da nossa prática de consumo musical intergeracional em dois momentos do seu plano de festas que – coincidências e conveniências contratuais à parte – garantem praticamente sozinhos uma renovada credibilidade para o formato (sobretudo tal como é praticado por cá…). Pelo menos no percurso temporal da felicidade com que os evocamos e com que os planeamos viver…
Noite como a desta 5ª feira, 4 de agosto, não há na história da música tocada na Zambujeira do Mar ou de qualquer outro lugar deste Portugal: às 9.15, deixemo-nos dominar pela ginoide invertida e, alternadamente, pelo protótipo de humana biónica que coexistem em Janelle Monáe e na sua experiência mutante de r&b e pop, american songbook e hip hop, punk e breakbeat. Matriz intrinsecamente futurista e tão esclarecida nas suas raízes clássicas, de coração orquestral e alma digital, encravada numa sessão cinematográfica contínua que intercala utopias futuristas de Fritz Lang com delírios sentimentalistas de Rodgers & Hammerstein, o seu longa duração “The archandroid – Suites II & III” (Bad Boy Records, 2010) e, sobretudo, o EP “Metropolis, Suite I – The chase” (Wondaland, 2007) são entradas inevitáveis na galeria da mais exigente soul deste século.
Terminada esta viagem, e antes da incursão de Snoop Dogg no seu universo moral pedagogicamente interdito a menores de 18 (uma tardia estreia em terreno nacional marcada para começar 45 minutos depois da meia noite), a mais justa medida de um milagre musical passível de se dar num cenário como este acontecerá a partir das 10.55 sob a gestão de Raphael Saadiq, cantor e compositor de talento insuperável no recente contexto da soul de “condição” masculina. Ainda em altíssima rotação pelos gira-discos e pelos converte-códigos-binários que nos rodeiam, o recente “Stone rollin’” é – de um modo ainda mais irrefutável do que os outros três álbuns da sua imaculada discografia em nome próprio – uma rigorosa e exemplar lição de história da música negra que espoletou novos modos éticos e estéticos na metade final da década de 60. Mais – é toda uma escola, toda uma vida de aprendizagem e crescimento. Fundamental, portanto, para as crias dos pais que valorizam a inestimável e insubstituível energia nutritiva que é exclusiva deste grupo de alimentos para a nossa alma musical.
“Stone rollin’” começa por declarar-se em tom reverente a Sly & The Family Stone (parafraseando sobretudo “Dance to the music”, mas também “I want to take you higher”) e a tudo o que o coletivo de São Francisco aprendeu com Chuck Berry ou com Bo Diddley. E conclui-se – sintomaticamente com uma faixa não creditada, e não autónoma, mas que consegue o feito de se erguer ainda acima da já tão elevada fasquia das restantes – com a participação de Larry Graham, vocalista e sobretudo baixista seminal da Family Stone e, posteriormente, da sua Graham Central Station. Pelo caminho, ergue-se uma encenação dramática que incide sobre o paradigmático sincretismo de Saadiq enquanto herdeiro privilegiado dos códigos criativos de Stevie Wonder, Curtis Mayfield, Marvin Gaye, Bobby Womack, Ray Charles, Little Walter, Dr. John, dos Rolling Stones prepassados pela soul, das magias sonoras negras que se forjaram nestes períodos em Philladelphia, Memphis ou Detroit, em empreendimentos como a Chess, a Motown ou a Stax. Tudo como um dispositivo que regularmente dialoga com a narrativa contemporânea que, ainda assim, o sustenta. Raphael Saadiq reforça essa atemporalidade com uma ideia sábia de Isaac Hayes: “There’s no such thing as old school. Either you went to school or you didn’t”.
Mais ainda do que o anterior “The way I see it” (Columbia, 2008), este “Stone rollin’” é ritmicamente pragmático, mais uptempo, mais impuro e instintivo e físico, eclético mas coerente, como uma prodigiosa súmula do trajeto solista que o enquadra. Saadiq cunhou a sua obra prima como “Instant vintage” (Universal, 2002), mas esse é cada vez mais notoriamente um estatuto transversal da sua obra, extensível a todas estas canções e a tudo o que o norteamericano nos tem permitido aos ouvidos.
“Radio”:
“Stone rollin’”:
4 agosto
Raphael Saadiq, Janelle Monáe, etc.
Festival Sudoeste TMN ’11
Herdade da Casa Branca, Zambujeira do Mar
[a partir dos 12 anos]
disco “Stone rollin’”, de Raphael Saadiq
Columbia / Sony, 2011
[a partir dos 12 anos]
Abençoada seja a juventude que habita ainda filmes como o esplendoroso “The tree of life” (“A árvore da vida”, de Terrence Malick, milagre central no corrente ano cinematográfico, com uma surpreendente carreira de bilheteira que – um par de meses cumpridos sobre a sua chegada ao circuito local – ainda o mantém em exibição num número assinalável de salas) ou como “Super 8″, vibrante celebração do exponencial onírico do cinema juvenil que hoje, 28 de julho, invade e domina com total mérito a agenda de estreias deste verão. Prodigiosa na sua noção de humanidade e no respeito mais intransigente pela narrativa e pelas emoções das personagens, sem jamais abdicar de uma empolgante destreza técnica e de estilo, esta é a oferenda de amor que o realizador J. J. Abrams (criador de “Lost” e diretor de “Cloverfield” ou de “Star Trek”) dedica a Steven Spielberg, seu inequívoco referencial, encarregue das virtudes da produção e da inspiração que brilha tacitamente em muitos dos mais memoráveis momentos deste “Super 8″ – nostalgia e fantasia subtraída essencialmente à obra-prima “Close encounters of the third kind” (“Encontros imediatos do terceiro grau”, 1977) e a “E.T. – The extra-terrestrial” (“E.T. – O extraterrestre”, 1982), mas também a “War of the worlds” (“Guerra dos mundos”, 2005) e, de certo modo, a “A.I. – Artificial intelligence” (“Inteligência artificial”, 2001). Promessa de tantos encontros imediatos de primeiro, segundo e terceiro grau de parentesco, capaz de anular estrategicamente simbólicas distâncias geracionais, nivelando-as pelos mais distintos padrões desta escola americana da transição das décadas de 70 para 80 (não por acaso, a história decorre em 1979…), ainda com um imenso orgulho no que o cinema pode dar ao mundo moderno, ou seja, arte e entretenimento, pedagogia e sonho.
28 julho [estreia nacional]
filme “Super 8″ (“Super 8″), de J. J. Abrams, com Joel Courtney, Kyle Chandler,…
[a partir dos 12 anos]
12 + 14 abril, 9.30 pm
Adriana Calcanhotto
Culturgest, Lisboa
[a partir dos 3 anos]
12 + 13 abril
Lee Ranaldo Band, Matias Aguayo, Omar Souleyman, No Age,...
festival Warm-Up Vodafone Paredes de Coura
Praça D. João I, Porto
[a partir dos 12 anos]
13 + 14 abril, 7 pm
Elisabeth Leonskaja
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 3 anos]
21 abril, 7 pm
Ensemble Al-Kindî
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 3 anos]
24 + 25 + 27 + 28 abril
Marisa Monte
Coliseu, Porto [dias 24 + 25]
Coliseu dos Recreios, Lisboa [dias 27 + 28]
[a partir dos 6 anos]
4 + 5 maio, 7 pm
Elisabeth Leonskaja
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 3 anos]
13 maio, 10 pm
William Basinski
Culturgest, Porto
[a partir dos 12 anos]
26 maio, 7 pm
Amjad Ali Khan
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 3 anos]
31 maio, 7 pm
Grigory Sokolov
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 2 anos]
28 junho
Alicia Keys
Pavilhão Atlântico, Lisboa
[a partir dos 4 anos]
21 julho
Lee Fields & The Expressions
Jardins Marquês de Pombal, Oeiras
festival edp cooljazz
[a partir dos 4 anos]
3 + 4 setembro
David Byrne / St. Vincent
Coliseu dos Recreios, Lisboa [dia 3]
Coliseu, Porto [dia 4]
[a partir dos 12 anos]
cinema > filmes > estreias
“Laurence para sempre” ["Laurence anyways"], de Xavier Dolan, com Melvil Poupaud, Suzanne Clément,…
[a partir dos 14 anos]
“As bailarinas” [“Les valseuses”], de Bertrand Blier, com Gérard Depardieu, Patrick Dewaere, Miou-Miou, Jeanne Moreau,…
[a partir dos 15 anos]
“Hitchcock” ["Hitchcock"], de Sacha Gervasi, com Anthony Hopkins, Helen Mirren, Scarlett Johansson,…
[a partir dos 13 anos]
“Psico” ["Psycho"], de Alfred Hitchcock, com Janet Leigh, Anthony Perkins, Vera Miles,…
[a partir dos 13 anos]
“Bestas do sul selvagem” ["Beasts of the southern wild"], de Benh Zeitlin, com Quvenzhané Wallis, Dwight Henry,…
[a partir dos 10 anos]
“The master – O mentor” ["The master"], de Paul Thomas Anderson, com Joaquin Phoenix, Philip Seymour Hoffman, Amy Adams,…
[a partir dos 15 anos]
“Lincoln” ["Lincoln"], de Steven Spielberg, com Daniel Day-Lewis, Sally Field, Tommy Lee Jones,…
[a partir dos 13 anos]
“Django libertado” ["Django unchained"], de Quentin Tarantino, com Jamie Foxx, Don Johnson, Leonardo DiCaprio, Samuel L. Jackson, Christoph Waltz,…
[a partir dos 15 anos]
“00:30, a hora negra” ["Zero dark thirty"], de Kathryn Bigelow, com Jessica Chastain, Jason Clarke, Jennifer Ehle,…
[a partir dos 15 anos]
"Hotel Transilvânia" ["Hotel Transylvania"], de Genndy Tartakovsky,
com as vozes de Adam Sandler, Andy Samberg, Steve Buscemi,...
[a partir dos 6 anos]
"Amor" ["Amour"], de Michael Haneke, com Jean-Louis Trintignant, Emmanuelle Riva, Isabelle Huppert, Rita Blanco,...
[a partir dos 14 anos]
"Mata-os suavemente" ["Killing them softly"], de Andrew Dominik, com Brad Pitt, James Gandolfini, Ray Liotta,...
[a partir dos 16 anos]
"Argo" ["Argo"], de Ben Affleck, com Ben Affleck, Bryan Cranston, John Goodman,...
[a partir dos 12 anos]
artes plásticas > exposições
até 18 maio
Pedro Lourenço e João Drumond, "Mood swings and frozen natures"
Galeria Dama Aflita, Porto
[a partir dos 12 anos]
até 19 maio
Rui Toscano, "Esculturas sonoras, 1994 / 2013"
Culturgest, Lisboa
[a partir dos 2 anos]
até 19 maio
"Portrait of Michel Auder"
Culturgest, Lisboa
[a partir dos 12 anos]
até 23 junho
Clarice Lispector, "A hora da estrela"
Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa
[a partir dos 11 anos]
até 27 outubro
"Cartazes de propaganda chinesa - A arte ao serviço da política"
Museu Fundação do Oriente, Lisboa
[a partir dos 2 anos]