“O moinho e a cruz”, de Lech Majewski

 

“Die kreuztragung Christi” (comumente conhecido em Portugal como “Subida ao Calvário”), de 1564, é a tela de maiores dimensões do pintor flamengo Pieter Bruegel, O Velho, aquela em que faz figurar 500 personagens, centradas num eixo que propositadamente mantém velado – a cruz. O cineasta polaco Lech Majewski dá vida a este “quadro que conta muitas histórias”, numa magistral peça metacinematográfica. Um retrato sociológico e histórico que o cineasta, à maneira de Bruegel, faz coadunar com uma leitura e reatualização (à época) de passagens das Escrituras: há um Judas traidor e um Judas enforcado, uma “última ceia”, uma Virgem Maria a prenunciar as crucificações em massa, uma “pietà”, sanguinários soldados que lançam dados às vestes dos executados e, finalmente, Deus, no topo de um moinho, a controlar o destino de todos eles. “O moinho e a cruz”, acontecimento de central importância na conjuntura do cinema e de toda a arte divulgada recentemente em Portugal, estreia hoje nas salas nacionais.

 

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28 junho [estreia nacional]
filme “O moinho e a cruz” [“The mill and the cross”], de Lech Majewski, com Rutger Hauer, Charlotte Rampling, Michael York,…
Alambique, 2011 / 2012
[a partir dos 13 anos]

 

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Filed under Artes plásticas, Cinema

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